sábado, 21 de agosto de 2010

LUGAR DE CRISTÃO É NA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL.

"IRMÃOS VAMOS TODOS TRABALHAR NA ESCOLA DOMINICAL..."

NESTE DOMINGO À PARTIR DAS 8 HS. NO TEMPLO DA AD.RAMOS

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

SUBSIDIO PARA A E.B.D: JOÃO BATISTA,O ULTIMO PROFETA DO ANTIGO PACTO.

A lição 8 deste trimestre nos permite, mais uma vez, discorrer sobre o ministério de João Batista.
Sobre a vida e ministério de João Batista, recomendo os links abaixo, sempre alertando para uma leitura crítica:
- João Batista - Preparando o Caminho do Senhor
- João Batista era Elias?
- João Batista
- João Batista e Jesus

A Missão de João Batista no Contexto Profético

Ao afirmar que a missão de João Batista "era converter os filhos de Israel a Deus e preparar ao Senhor um povo bem disposto (Lc 1.16-17)", o comentarista da lição corrobora com a essência da missão do ministério profético, que é o de buscar a conversão dos corações ao Senhor:"Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR;E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição." (Ml 4.5-6)"Então falou Samuel a toda a casa de Israel, dizendo: Se com todo o vosso coração vos converterdes ao SENHOR, tirai dentre vós os deuses estranhos e os astarotes, e preparai o vosso coração ao SENHOR, e servi a ele só, e vos livrará da mão dos filisteus." (1 Sm 7.3)"Se voltares, ó Israel, diz o SENHOR, volta para mim; se removeres as tuas abominações de diante de mim, não mais andarás vagueando;" (Jr 4.1)"Vinde, e tornemos ao SENHOR, porque ele despedaçou, e nos sarará; feriu, e nos atará a ferida." (Os 6.1)"Ainda assim, agora mesmo diz o SENHOR: Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com choro, e com pranto." (Jl 2.12)"Portanto, dize-lhes: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Tornai-vos para mim, diz o SENHOR dos Exércitos, e eu me tornarei para vós outros, diz o SENHOR dos Exércitos." (Zc 1.3)"Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes; tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós outros, diz o SENHOR dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?" (Ml 3.7)João Batista, um Homem Destemido e Cheio do Espírito SantoJoão Batista foi cheio do Espírito Santo desde o ventre de sua mãe (Lc 1.15). Quando iniciou seu ministério, sua voz ecou em pleno deserto com poder e unção.
O deserto foi um lugar estratégico para o ministério de João Batista. O sistema e as instituições religiosas em Isarel estavam falidas. Desde o período pós-cativeiro algumas insitituições se multiplicaram e se fortaleceram, como no caso da sinagoga, e juntamente com elas um grupo de especialista e doutores da Lei se formou, os escribas, que logo ocuparam o papel dos sacerdotes na interpretação e ensino das Sagradas Escrituras.
Associado a esta nova realidade, o templo rescontruído por Herodes era puro explendor, com suas cerimônias e rituais marcados por uma liturgia rígida e formal.
Tínhamos dessa forma novos espaços para o ensino da Escrituras, tínhamos também especialistas, mestres e doutores, e um belo templo. Mas, em todas estas novas realidades que passaram a fazer parte da vida da nação, não havia a presença real e poderosa de Deus. Não havia a unção do Espírito sobre os ministros religiosos.
Foi neste contexto que João começou estrategicamente a pregar no deserto da Judéia (Mt 3.1; Lc 3.3). O povo que afluia para a cidade, no sentido de cumprir suas obrigações e tradições religiosas, eram impactadas com as palavras de poder do simples e rude homem do deserto.
Um fenômeno aconteceu. O povo começou a sair de Jerusalém (centro da religião oficial) e das demais cidades da Judéia, e de toda circunvizinhança do Jordão (Mt 3.5) para ouvir João Batista. Temos aqui uma clara manifestação da insatisfação do povo com sistema falido, associado a fome e a sede de ouvir a voz de Deus tocando a sua alma.
Esses fatos inquietaram os líderes e autoridades religiosas, que logo começaram a ir aos locais onde João pregava para se certicarem do que de fato acontecia (Mt 3.7). Isso não o intimidou. Cada vez mais, com a autoridade e o poder lhe outorgado, convidava a todos ao arrependimento (Mt 3.8-12).
Nestes dias de pregadores formais, profissionais, atores, animadores de auditório e mercenários da Palavra de Deus, precisamos de homens como João Batista, que na sua simplicidade e verdadeiro compromisso com Deus, era cheios do Espírito Santo, compromissado e fiel aos princípios do Reino de Deus.
João Batista, um Homem que não Temia as Ameaças dos Poderosos
Rei, Sumo sacerdote, sacerdote, escriba, fariseu, saduceu, não importava. João não se intimidava com os poderosos e influentes de sua época. Ele não se intimidava, pelo menos, pelas seguintes razões:
- Não tinha conchavo político (secular ou religioso) com ninguém. Muitos pregadores hoje se acovardam, silenciando diante dos pecados da liderança e da igreja, com medo de perderem cargos em igrejas e convenções, ou por terem "rabo preso" em torno destas questões. João não tinha cargos ou títulos a perder. Ele simplesmente era a "voz" (Mt 3.3; Mc 1.3; Lc 3.4; Jo 1.23).
- Não tinha medo de perder o "emprego". Uma outra razão do fracasso da pregação nos dias atuais é o medo de se perder cargos remunerados, e empregos nos setores administrativos das igrejas, das convenções e de outras organizações ligadas a estas instituições. João Batista não tinha emprego, mas tinha fé num Deus que garante e cuida de seus profetas (1 Rs 17.1-16; Mt 6.25-34). Enquanto houver rios e corvos, não faltará sustento e proteção para o profeta de Deus. Enquanto houver viúvas com um pouco de farinha e azeite, não faltará sustento e proteção para o profeta de Deus. Enquanto houver gafanhoto, mel silvestre e pêlos de camelo, não faltará sustento e proteção para o profeta de Deus.
- Não tinha medo de perder "agendas". Uma miséria aconteceu nos últimos anos no Brasil, alimentada e sustentada por muitos pastores, líderes e igreja. Trata-se de um grupo pregadores mercenários, sem compromisso com a mensagem autêntica, verdadeira e necessária da Palavra de Deus. Pregam por conveniência. Suas mensagens são para provocar agrados e fortes emoções em seus ouvintes. Distorcem a interpretação e o texto bíblico com mensagens absurdas, sem nenhum temor a Deus, diante do que fazem. Se o pastor da igreja é contra o uso de televisão, tendo uma postura mais tradicional quanto aos usos e costumes, prega contra a televisão e contra a liberação de alguns usos e costumes. Se vai noutra igreja onde o pastor é a favor do uso da televisão, e favorável a abolição de alguns usos e costumes, prega favoravelmente. Tais pregadores são verdadeiros hipócritas. Fazem estas coisas, e muito mais, para garantirem o retorno àquela igreja, garantirem uma nova "agenda" e um novo "cachê", que inclusive, por alguns é até "tabelado". Esses pregadores prestarão contas diante de Deus por suas posturas e práticas. Precisam aprender com João Batista.

Por sua postura íntegra, por sua vida reta e sincera diante de Deus, por sua fidelidade à missão lhe confiada, João Batista foi honrado por Jesus (Mt 11.7-11). Todos que seguirem o exemplo de João Batista, com certeza, serão da mesma maneira honrados pelo Senhor.

PR.ALTAIR GERMANO

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

SUBSÍDIO PARA A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL-PROFETAS MAIORES E MENORES.

A lição 6 do 4º trimestre/2010 nos oferece a oportunidade de estudarmos e revermos algumas questões concernentes a inspiração das escrituras e a organização dos livros da Bíblia, mais especificamente sobre os profetas maiores e menores.

Listo abaixo, por assunto, alguns links e livros que poderão de ajudar em termos de pesquisas:

INSPIRAÇÃO VERBAL E PLENÁRIA (citadas na verdade prática da lição)

- Bibliologia: Doutrina das Escrituras
- A obra do Espírito Santo na inspiração
- Doutrina da Bíblia
- Evidência da inspiração das Escrituras- 8 argumentos em favor da Bíblia Sagrada como inspiração divina- A inspiração das Escrituras Sagradas (Parte 1)- A inspiração das Escrituras Sagradas (Parte 2)

A ORGANIZAÇÃO DOS LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO

- Antigo Testamento
- Livros proféticos
SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS


- Conheça Melhor o Antigo Testamento
- Introdução Bíblica

EXTRAÍDO DO BLOG DO PR.ALTAIR GERMANO.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

AGENDA AD.RAMOS-AGOSTO/2010

DIA 06-SEX: CAMPANHA DOS MILAGRES ÀS 19 HS.

DIA 07-SAB: CÍRCULO DE ORAÇÃO ÀS 09 HS.


DIA 08-DOM: CULTO DE ABERTURA ADJU-41 ANOS ÀS 18 HS.


DIA 09-SEG: CULTO DE DOUTRINA ÀS 19 HS.


DIA 11-QUA: CULTO "QUARTA DA FÉ" ÀS 19HS.


DIA 13-SEX: CULTO ADJU-41 ANOS NA FILIAL ALCOBAÇA ÀS 19 HS.


DIA 14-SAB: CÍRCULO DE ORAÇÃO ÀS 09 HS.


DIA 15-DOM: E.B.D / BATISMO / S.CEIA NA ADJU-SEDE ÀS 08 HS.
CULTO DE MISSÕES NA AD.RAMOS ÀS 18 HS.

DIA 16-SEG: SANTA CEIA ÀS 19 HS.


DIA 18-QUA: CULTO "QUARTA DA FÉ" ÀS 19 HS.


DIA 20-SEX: CAMPANHA DOS MILAGRES ÀS 19 HS.


DIA 21-SAB:CÍRCULO DE ORAÇÃO ÀS 19 HS.

CULTO JOVEM ÀS 19 HS.

DIA 22-DOM: CULTO DE ORAÇÃO / E.B.D ÀS 08 HS.

CULTO EVANGELÍSTICO ÀS 18 HS.

DIA 25-QUA: CULTO "QUARTA DA FÉ" ÀS 19 HS.


DIA 27-SEX: CAMPANHA DO MILAGRE ÀS 19HS.


DIA 28-SAB: CÍRCULO DE ORAÇÃO ÀS 09 HS.

CULTO FEMININO ÀS 19 HS.

DIA 29-DOM: CULTO DE ORAÇÃO / E.B.D ÀS 08HS.

CULTO EVANGELÍSTICO ÀS 18HS.

AD.RAMOS-35 ANOS / JUBILEU DE CORAL-18 À 25 DE JULHO/2010 (ALBUM-1)

TEMA: "A IGREJA AVIVADA É O REFLEXO DA GLÓRIA DE DEUS"
IS. 60:1,2.




JUVENTUDE AD.RAMOS-ESTUDO BÍBLICO E FESTA DOS ANIVERSARIANTES / JUNHO-2010.










sexta-feira, 1 de maio de 2009


Por que G12, e não G13?

Como eu disse no artigo anterior, assisti a uma entrevista do principal líder gedozista (ou emedozista) brasileiro, pela qual ele afirmou, entre outras coisas, que até os que antes “batiam” na “visão” agora estão se rendendo a ela... Ele disse isso numa clara alusão ao apoio que vem recebendo de um eminente telepregador assembleiano.

Mas, sabe o que eu descobri? Que o Senhor Jesus nunca fez parte do G12! Isso mesmo. A festejada “visão” é tão “perfeita” que os seus idealizadores esqueceram-se de incluir o Líder da primeira célula! Como assim? Os gedozistas falam muito no número doze, mas se esquecem de que a primeira célula, formada há dois mil anos, na verdade, continha treze participantes: os doze apóstolos e o Senhor Jesus, “apóstolo e sumo sacerdote da nossa confissão” (Hb 3.1).

Bem, se cada célula possui doze participantes, o Senhor Jesus está fora do G12! É por isso que os gedozistas não pregam o verdadeiro evangelho, mas um evangelho-show, contextualizado, que se amolda às expectativas do homem pós-moderno...

Alguém argumentará: “Não, não é isso. Na verdade, treze é um número de azar, enquanto doze, na numerologia bíblica, tem uma importante significação”. É mesmo? Quantas voltas foram dadas em torno de Jericó, antes que os muros viessem abaixo? Treze! Quantos capítulos têm os livros de Neemias e Hebreus? São eles livros de azar? Por que a bênção apostólica está em 2 Coríntios 13.13?

A escolha do número doze, em lugar de treze, não foi apenas um descuido dos gedozistas (ou emedozistas). Infelizmente, eles têm excluído Jesus, pois preferem convencer as pessoas de que “a visão” é a solução para os seus problemas, em vez de pregarem o evangelho de Cristo, que é poder de Deus para a salvação de todos os que creem (Rm 1.16).

G12 é sinônimo de evangelho antropocêntrico, que faz do ser humano a medida de todas as coisas. G13 aponta para o evangelho cristocêntrico, que tem o Bom Pastor como a Pessoa central do cristianismo. O G12 precisa da “cobertura” de um “apóstolo”. O G13 é guiado pelo Apóstolo Jesus Cristo.

O G12 é triunfalista, não prega o evangelho de Cristo; só fala dos “sonhos de Deus que jamais vão morrer”. Mas o G13 é diferente, posto que nada se propõe a saber, “senão a Jesus Cristo e este crucificado”. A sua pregação não consiste “em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder” (1 Co 2.2,4).

Este é o principal erro do G12: ignorar o Sumo Pastor, o Apóstolo, o Bispo de nossas almas, Jesus Cristo. Portanto, convertam-se ao G13, prezados gedozistas, enquanto há tempo.

Blog do Pr.Ciro Sanches Zibordi

Diferenças entre evangelizar e gedozizar

Assisti, recentemente, a uma entrevista do principal expoente do G12 no Brasil. Convenci-me ainda mais de que há muitas diferenças entre o evangelho de Cristo e o festejado G12 — propalado por pseudoapóstolos como “a visão” —, o qual nada tem que ver com a doutrina dos apóstolos, o evangelho de Jesus Cristo esposado nas páginas neotestamentárias.

Evangelizar é pregar as boas novas de salvação (Hb 4.2). Gedozizar é convencer alguém de que “a visão” é a solução para os seus problemas, principalmente aqui na terra.

Evangelizar é pregar que, se alguém está em Cristo, nova criatura é (2 Co 5.17). Gedozizar é convencer pessoas da necessidade de participarem de
“encontros” para terem as suas vidas mudadas.

Evangelizar é apresentar um evangelho cristocêntrico, centrado no Senhor Jesus Cristo (1 Co 2.1-5; 2 Co 2.17). Gedozizar é apresentar um evangelho antropocêntrico, centrado no ser humano.

Evangelizar é apresentar a mensagem da cruz, que é loucura para os que perecem (1 Co 1.18). Gedozizar é apresentar uma mensagem contextualizada, que se amolda às necessidades do homem moderno.

Evangelizar é convencer os pecadores de que, em Cristo, eles terão de estar dispostos a sofrer pelo evangelho (Lc 9.23; Mt 5.11,12). Gedozizar é mostrar a todos que os que abraçam “a visão” estão livres de problemas, vivendo “por cima da carne seca”.

Evangelizar é levar a preciosa semente, andando e chorando (Sl 126.6). Gedozizar é propagar “a visão” por meio de shows e espetáculos agradáveis e divertidos.

Evangelizar é pregar a Palavra de Deus, pois a fé é pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm 10,17). Jesus, inclusive, passou a maior parte do tempo de seu ministério terreno ensinando e pregando, e não cantando e dançando (Mt 4.23). Gedozizar é deixar a exposição da Palavra em segundo plano, valorizando muito mais a música, as expressões artísticas, etc.

Evangelizar é apresentar a Ajuda do Alto (Rm 1.16). Gedozizar é apresentar a autoajuda.

Evangelizar é pregar uma mensagem que enfatiza o arrependimento e a fé salvífica (At 3.19; Ef 2.8,9). Gedozizar é discorrer sobre os “sonhos de Deus que jamais vão morrer”.

Evangelizar é fazer questão de mencionar o nome de Jesus, ainda que isso gere perseguição e zombaria por parte das pessoas do mundo (Mc 16.15-28; At 17.18). Gedozizar é discorrer sobre prosperidade material ou vitória financeira, milagres, massageando o ego das pessoas.

Evangelizar é enfatizar que, no culto coletivo a Deus, Ele deve ser voluntariamente adorado, em espírito e em verdade, sem segundas intenções (Jo 4.23,24), ainda que, por ser gracioso, Ele nos conceda grandes bênçãos (Tg 1.17). Gedozizar é levar os participantes do culto (culto?) a pensarem que Deus é uma espécie de Papai Noel, que distribui “presentes” a todos, fazendo aflorar o lado interesseiro do ser humano.

Evangelizar é fazer o pecador entender que a adoração implica prostrar-se, humilhar-se, quebrantar-se diante do Senhor Jesus, reconhecendo a sua grandeza (2 Cr 20.18; 29.29; Ne 8.6; Sl 95.6; Jó 1.20; 1 Co 14.25). Gedozizar é confundir adoração com cantoria interminável, emprego de estilos musicais impróprios para o louvor, bem como uso de danças e outras extravagâncias.

Evangelizar significa priorizar a verdade, e não a quantidade de pessoas (Jo 6.60-69). Gedozizar é convencer o maior número possível de pessoas de que o G12 deve ser abraçado.

São tantas e tantas diferenças... Mas só citei treze. Por que treze, e não doze? Ora, os gedozistas gostam de dizer que a primeira célula tinha doze integrantes... Na verdade, eram treze os componentes da Igreja nascente! Como assim? O gedozismo se esqueceu do Bom Pastor, o Apóstolo Jesus Cristo (Hb 3.1). Errou, portanto, até na matemática, pois deveria ser G13, e não G12!

Que Deus abra os olhos dos desavisados, que têm abraçado esse “outro evangelho” gedozista, mediante o qual se distanciam, a cada dia, da Palavra de Deus e da simplicidade do evangelho (2 Co 11.2-5). E, fazendo isso, seguem a heresias, como: triunfalismo, teologia da prosperidade e experiencialismo, além de modismos e adoção de estratégias mundanas.
“Ai dos que ao mal chamam bem” (Is 5.20).

Blog do Pr.Ciro Sanches Zibordi